quarta-feira, 16 de julho de 2008

Post continuação dos posts que não foram postados ou que um dia serão postados. (ou "O Futuro do Pretérito")

Parece difícil, ou parecia... já não sei mais.

Acabei de beber mais um gole... coragem? Acho que não é mais necessário. Qualquer pessoa é mais corajosa do que a quem me dirijo. Um covarde sem tamanho. Eu posso ser idiota, estúpida, ingênua, mas não perdôo duas vezes a mesma falha... ou isso era antes de te conhecer?

Que me importa? Olhando para trás vejo que não merece a verdade (ou os louros de sua frágil conquista). Talvez o meu egoísmo e minha mesquinhez serviriam para meu consolo (e para sua desgraça). Mas sei que não tenho coragem. Teria com qualquer um, mas menos com você.

A única pessoa nesse momento? Meu menino-homem, que deve estar em algum lugar com seu violão, cantando baixinho para a lua, que reflete em seus olhos negros e solitários... Disse "meu" menino-homem? Nunca foi meu nem de ninguém... apenas do meu coração, que ao contrário do homem-menino, o aceitou, e agradeceu a oferta sincera, embora dissesse que não podia tomá-lo para si, pois a distância e o tempo são mais cruéis do que se imagina. Não disse isso com a boca, mas sim com o olhar, seu meio de comunicação por excelência (a boca, ele usava para cantar baixinho e dizer tímidos olás, e verdades que não machucam, e só).

"Te amo"
"Não sabia" disse, apesar de seus olhos mentirem. Cinco anos eram demais para qualquer pessoa.
Os outros faziam um pedido silencioso.
"Não posso, estaria machucando."

A quem? Você? Eu? Nem os olhos puderem dizer a resposta. Não me importava. Ele entendia. Ela entendia. Isso bastava.
Os encontros posteriores foram amenos, como se ambos tivessem assinado um pacto de respeito mútuo. Ele com sua namorada. Ela com seu amor da semana.

E nunca mais havia falado ou escrito sobre isso, até hoje. Fazem quatro anos, e quando me vejo em dificuldades lembro dessa cena (de cinema? de teatro? de um romance? de um roteiro? de minha imaginação? plágio?) e sossego as saudades futuras das pessoas. E já que é difícil dizer a todos (seja por falta de tempo, de espaço ou de coragem) que as amo, deixo aqui minha mensagem...

Eu te amo... e você sabe disso.

Um comentário:

Juliana Romano disse...

LUCYYYYYYYY!! I'LL MISS U SOOOOO MUCH!!!
meuuu beiiinnn vocÊ fará falta a mim e a quem fica aqui... por sorte os dinamarqueses ganharão uma nova Lucy... recomece lá meu bem e volte você mesma versão II... agente te espera o quanto vc ficar lá... esperaremos com saudades mas ansiosas a sua volta! e volte linda... e com um gatenho no rabo de saia!!!!
lucy meu amor... nos te amamos... e amor é uma coisa que transcende o tempo e o espaço!!!
quem te ama me entende te entende e entende toda essa distancia...
millll bessossssssss da Jujuuuu